sexta-feira, 18 de julho de 2014

Prólogo

Barreiras pela vida, quem não encontra? Histórias tristes baseadas em brigas, discórdias, lágrimas derramadas pela sombra de alguém, a sombra de algo que não existe mais, vazio, assim como tudo o que acontece daí pra frente, mas... quem disse que o amor se deixa esvaziar? Aquele olhar que vai além de sua alma, toca o seu ser, muda o seu estar, o seu pensar, arrebatador, te vira de ponta cabeça, te molda... sim,  te molda para encaixar nas deformações e irregularidades de outro coração.  Um amor escrito nas estrelas? Acredite no que quiser, estrelas, anjos, eu acredito em amor. Se você faz suas próprias escolhas, quem nos dá as opções é o destino. Difícil sentir o amor? Difícil perceber o amor. Quando você ouve uma simples palavra, um simples conjunto de letras e tudo muda. Sua garganta seca, sua respiração aperta, algo como uma espada se encrava em seu peito, algo incompreensível pela medicina humana. Por que humana? Amor não pode ser reconhecido  por meros humanos, aqueles que amam são superiores, reis de seus próprios reinos. E assim, aos poucos, a vida de uma jovem moça conhece esse grande monte chamado Amor. Aquele monte que pode te levar às alturas e desmoronar em segundos, onde há borboletas e cobras, onde há ar puro e água para afogar-se, há frutas saborosas e plantas venenosas. O caminho pelo qual passará só ela poderá escolher. Onde esses caminhos a levarão, talvez à felicidade, às lágrimas, perto ou longe do coração que bate mais forte quando se encontram.

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